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Sexta-feira, Novembro 13, 2009
Matias / Sossego / Silveira Lobo 17/10/2009
Sem perrengue
Após sucessivos desencontros, acabou acontecendo um rolé para desbravar a área compreendida entre Matias Barbosa e Santana do Deserto.
Munido de GPS, após estudar a carta topográfica da região, com algumas coordenadas mais importantes em mente (leia-se uma cola estrategicamente guardada em um dos bolsos da camisa), o Fat Biker deixou o Barrigudomóvel parado em Matias e subiu a Serra do Mina pelo lado oeste, como se fosse para o rolé do Manjericão.
A diferença no percurso se deu na entrada da Fazenda Barra Alegre, onde o biker seguiu no caminho principal, serpenteando na estradinha dentro da mata. Ladeando a Serra da Piedade, em direção a Sossego, seguiu descendo vigiando a tela do receptor para ter certeza das coordenadas, vez por outra conferidas com as anotadas na cola.
Wagner
Passada a localidade de Sossego, onde à direita do caminho há uma enorme cachoeira, o biker seguiu em direção a Silveira Lobo, de onde saiu do caminho principal pela direita, subindo os contrafortes da Serra da Piedade pela face oposta, até atingir um planalto do qual se avista a serra de frente, separada do caminho por um longo vale.
Vista da Serra da Piedade
Mais uma descida forte e a estrada levou ao já conhecido Manjericão, pouco depois da Fazenda São Paulo. O biker seguiu em direção à BR-040, vencendo o último morro antes da Fazenda do Engenho. Já na rodovia, experimentou um atalho até Matias após o posto fiscal, que não se mostrou muito vantajoso pelo desnível ascendente já no final do rolé.
O percurso totalizou 56 km com média de 15,2 km/h.
Fat Biker XC - 13.11.09 [+]
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Mirante / Três Downhills / Tour de France / Double Top (Packman) 12/10/2009
Níveis de perrengue: 2, 3 e 4
Aproveitando a trégua das chuvas que caíram sobre a região, os bikers Frangão, Rodrigo e Wagner botaram as bikes na trilha para mais um pouco de diversão.
Subiram até o Mirante da BR-040, de onde partiram pela trilha, que estava bastante erodida pela passagem de motos e, sobretudo, escorregadia pelas últimas chuvas. A subida até o estradão também não foi muito fácil e os bikers continuaram a trilha na parte mais baixa desviando à direita do estradão.
Rodrigo, Frangão e Wagner
Seguiram em direção ao Bostário, onde atravessaram o riacho e subiram no sentido dos Três Downhills, onde os cachorros ameaçaram, mas não chegaram a assustar. Temendo o pitbull da última fazenda, após o 2° downhill, soltaram os freios para aproveitar o embalo no início da subida e forçaram até o topo já debaixo de sol forte.
Ùltimo dos Três Downhills, os bikers desceram como se de fato fosse a última vez que estivessem descendo, dropando mata-burros e fazendo as curvas no limite, apenas corrigindo o traçado com pequenos toques nos freios.
Finalmente atingiram a estrada para Humaitá e seguiram subindo em direção ao Rancho’s, porém o rolé ainda não tinha terminado, pois optaram por descer o Tour de France e subir o Double Top, também conhecido por Packman, pelo formato de uma pedra nas proximidades do caminho.
Os trechos finais da subida desta etapa, em single track, foram penosos pelo calor. Girando mais um pouco, atingiram novamente o estradão, já no final do Morro do Sabão, de onde seguiram para o centro pela Represa de São Pedro, completando 46 km.
Fat Biker XC - 13.11.09 [+]
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Domingo, Outubro 25, 2009
Vassouras / Sarandira 03/10/2009
Níveis de perrengue: 1 e 4
Alguns lugares surpreendem pela beleza, pela proximidade, simplicidade e por render boas histórias. É o caso de mais um caminho descoberto via Google Maps, que também leva a Matias Barbosa, seguindo traçado paralelo a outros como Graminha, Pepsi, Cherry Coke, Matagal, Contorno do Matagal e Paciência.
Frangão, Wagner, Ciro, Diogo e Rodrigo
Câmara com história para contar
Rodrigo, Ciro, Diogo, Frangão e Wagner
Seis bikers compareceram: Ciro, Diogo, Frangão, Rodrigo, Wagner e Hugo, que já no início retornou após um acidente em uma manobra arriscada.
Após a primeira subida forte (cerca de 110m de ascensão), os bikers cruzaram a cerca limite da propriedade e começou a diversão dos próximos 6 km, que foi descer os singles e estradões entre matas e pastos, num desnível total de 340 metros aproximadamente. Simples e direto: descer cruzando porteiras e tronqueiras, jogando poeira para cima, desviando das pedras soltas, pulando os galhos, tocando o gado no caminho, correndo dos cachorros... Ao redor, possíveis novos rolés se perdem entre os morros e são convites a futuras expedições.
Ao final deste primeiro trecho, os bikers foram cercados pelas proprietárias com vassouras em punho, que ameaçavam chamar a polícia pelo fato de outros ciclistas estarem passando pelo caminho deixando porteiras abertas. A passagem só foi liberada após os bikers firmarem o compromisso de instalar placas no percurso solicitando o fechamento das porteiras. Daí o nome para batizar esta primeira parte.
O rolé prosseguiu por Cedofeita, em direção a Caeté, de onde o Frangão retornou. Os demais seguiram em direção a Sarandira, cozinhando ora no mormaço, ora no sol que ameaçava sair, nas subidas que serpenteavam pelo estradão,
Em Sarandira, pausa para hidratação e alimentação num boteco. Pé na estrada novamente até a Cachoeira de Sarandira, onde nova parada foi feita. Restavam ainda 28 km, entre os quais se destacavam os quase 4 km de descida no sopé da Serra do Mina e a subida da Graminha que, apesar de encurtar o percurso em 5 km, reservava boa dose de desafio físico, esgotando as últimas forças dos ciclistas.
Diogo, Wagner, Rodrigo e Ciro
A chegada ao centro aconteceu por volta de 15h00, após 69 km rodados com média de 14,5 km/h.
Fat Biker XC - 25.10.09 [+]
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Porteira Vermelha (noturno) 01/10/2009
Nível de perrengue: 4
Após o rolé da terça-feira 29 de setembro ter sido abortado pouco antes de seu início devido à ameaça de chuva, os bikers (exceto o Frangão) retomaram o pedal na quinta-feira seguinte.
Hugo, Wagner, Filippe e Frangão (antes da chuva, na terça-feira)
Hugo, Filippe e Wagner fizeram um percurso rápido, porém forte, passando pela BR-040 em direção à Porteira Vermelha e Barro Branco. Seguiram descendo pelo Vira Zói, onde, dentro da mata, as pedras e galhos no caminho exigiram habilidade e atenção.
Filippe, Wagner e Hugo
Respeitando a regra para cada descida, uma subida, a etapa seguinte foi a escalada até o Curral, próximo ao Bananal, de onde os bikers continuaram pelo Nova Califórnia e a descida do Quiabinho ( Lord Greystoke), até atingirem novamente o acesso ao Salvaterra.
O percurso completou 37 km, com média de 16,6 km/h no centro.
Fat Biker XC - 25.10.09 [+]
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Sábado, Outubro 17, 2009
Pedra Quadrada / Triquedas 26/09/2009
Níveis de perrengue: 2 e 4
Após sucessivos e-mails, chegou o grande dia onde o Barrigudos Bike Clube e o BTT Geraes uniram suas forças e fizeram um grande rolé. Compareceram sete bikers: Bernardo, Ciro, Diogo, Filippe, Hugo, Rodrigo e Wagner. Ou seja, quatorze pneus cravejados levantando a poeira dos estradões de Juiz de Fora, Chácara e Coronel Pacheco.
Filippe, Hugo, Bernardo, Wagner, Rodrigo, Ciro e Diogo
A parte offroad do percurso começou pela estrada que vai para Chácara, partindo do Linhares. Após a primeira descida forte, pouco depois do acesso ao Vale dos Peões, os bikers saíram do caminho principal, segundo em direção ao Riacho Seco.
Os bikers atingiram Filgueiras, de onde partiram no asfalto no sentido Chácara. Após cerca de 3 km, nova incursão offroad à esquerda, onde seguiram entre pastos e terras ermas até atingirem o primeiro objetivo aos 27 km de rolé: a Pedra Quadrada. O maciço rochoso, de cerca de 6 metros de altura, se destaca na paisagem por ser um mirante natural do qual se avista de cima um amplo vale ladeado por florestas de eucalipto e cadeias de montanha a perder de vista.
Diogo, Ciro, Bernardo, Hugo, Wagner, Filippe e Rodrigo
Diogo, Ciro, Bernardo, Hugo, Wagner, Filippe e Rodrigo
O estradão contorna a pedra e desce beirando a encosta, em direção ao vale. O caminho principal foi deixado pela esquerda e os bikers seguiram descendo dentro da floresta de eucalipto, num misto de estradão e single formado pela erosão e pelo pouco uso deste caminho. Pouco abaixo, uma entrada quase secreta, à direita, levou a um pomar de jabuticabeiras plantadas em duas fileiras, formando um corredor de acesso a uma casa em ruínas. Enquanto os demais bikers descansavam e fotografavam, Diogo e Rodrigo exploraram os arredores da casa, descobrindo também um estábulo abandonado.
Filippe e Rodrigo
Bernardo, Wagner e Hugo
Bernardo e Wagner
Retomando a pedalada, morro abaixo, os bikers cruzaram fazendas e matas até atingirem Coronel Pacheco onde fizeram uma pausa estratégica para alimentação e hidratação. Seguiram pelo asfalto, subindo no sentido Juiz de Fora, até alcançarem a entrada da Fazenda Triquedas, à esquerda. Esta fazenda histórica, dos tempos do Brasil Império, era parte do importante pólo cafeeiro da região, o qual escoava sua produção pelos trilhos do extinto ramal da Estrada de Ferro Leopoldina, cujo leito se confunde com parte da estrada até Filgueiras. O nome da fazenda deve-se às três cachoeiras que margeiam a estrada, dentro da propriedade.
Wagner
A subida até as proximidades da 3ª queda oferece amplo visual, passando ora entre eucaliptos,ora em campo aberto, de onde em certos trechos pode-se observar o traçado da antiga ferrovia entre as montanhas. Deste trecho em diante o relevo do estradão oscila entre plano e falso-plano até Filgueiras, onde nova pausa no pedal foi feita para reabastecimento de água.
Diogo, Ciro, Hugo, Rodrigo, Bernardo, Filippe e Wagner
Os bikers seguiram no sentido Grama pelo asfalto por poucos quilômetros, até deixarem o caminho pela esquerda, por mais um estradão que os levou novamente ao Linhares, passando ao lado da Pedreira do Yung.
O rolé terminou completando-se 70 km, com média de 16,2 km/h, tendo como saldo 7 bikers empoeirados de alma lavada.
Fat Biker XC - 17.10.09 [+]
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Sexta-feira, Outubro 02, 2009
Rolé do Manjericão 19/09/2009
Nível de perrengue: 4
Demorou mas saiu. Após alguns contratempos, os carros levando bikers e bikes partiram rumo a Matias Barbosa. Bernardo, Filippe, Frangão, Hugo e Wagner foram os artífices de um memorável rolé, onde não faltaram subidas, descidas e muita poeira.
Bernardo, Wagner e Hugo
Filippe, Bernardo e Frangão
Os primeiros 6 km foram de aquecimento na subida da Serra do Mina. Após pequena pausa para recobrar as forças no topo, a ordem foi soltar os freios e deixar as bikes descerem até a Fazenda Barra Alegre, onde os bikers tomaram um caminho secundário à direita.
Frangão, Hugo e Filippe
Alguns metros adiante e a esperada passagem dentro d’água não ocorreu, pois o curso secou por conta da estiagem. Nada que tirasse a graça do rolé, que com seu estradão sinuoso e de relevo acidentado, fez a festa dos bikers.
Frangão, Hugo, Filippe e Bernardo
Mais à frente, os pastos se transformaram em mata e o percurso seguiu até o campo de manjericão que dá nome ao rolé, onde se iniciou forte subida em saibro totalmente solto, que juntamente com o sol que começava a vencer as nuvens naquele momento, ajudou a minar a energia dos atletas. Assim, alcançaram mais um topo, de onde é possível avistar a Pedra do Paraibuna. A descida a seguir, também com saibro, estava escorregadia e o risco de perder o controle da frente da bike era grande, principalmente pela alta velocidade.
Wagner, Bernardo, Hugo, Frangão e Filippe
A esta altura o calor já assolava os bikers, que ainda pedalaram por um bom trecho de subida, onde o Filippe teve que sprintar por causa de um cachorro. Após mais uma forte descida, os bikers pararam na Fazenda do Engenho para se refrescar na torneira próxima ao estábulo e reabastecer as caramanholas em uma casa na entrada da propriedade.
Poucos quilômetros adiante alcançaram a BR-040, na altura do km 819, com cerca de 26 km já percorridos. Deste ponto em diante o trajeto foi pelo asfalto, até os bikers atingirem a cidade de Matias Barbosa novamente, completando 38 km com média de 16,6 km/h.
Fat Biker XC - 2.10.09 [+]
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Porteira Vermelha / Milho Branco (noturno) 17/09/2009
Nível de perrengue: 4
Mais um role noturno, desta vez com os bikers Filippe, Hugo e Wagner. O trajeto foi sendo negociado durante a pedalada e no final passou pelo Salvaterra, Barro Branco, Porteira Vermelha e Milho Branco.
Wagner, Hugo e Filippe
O clima agradável favoreceu os bikers, que pedalaram em ritmo forte nas estradas empoeiradas pela falta de chuvas. Como de costume, os bikers foram atacados por cachorros algumas vezes, o que garantiu alguns sprints no escuro e dose extra de adrenalina.
Os bikers completaram a volta pouco antes das 22h00, totalizando 36 km com média de 19,7 km/h.
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Rolé do Matagal 12/09/2009
Sem perrengue
Devido a alguns compromissos, o rolé do sábado 12 de setembro teria que começar cedo, ser curto e rápido. E assim foi feito.
O caminho escolhido foi o Role do Matagal, que se localiza entre Juiz de Fora e Matias Barbosa. Os bikers Bruno Beghelli e Wagner se encontraram às 7h00 no posto de gasolina do Parque da Lajinha e seguiram pelo Salvaterra em direção ao início da trilha.
O estradão é cheio de descidas, até atingir a parte mais baixa do role, próximo ao leito do Rio Paraibuna perto de Cedofeita. O trecho inicial estava cheio de cascalho solto, o que exigiu maior cautela e técnica dos bikers. Chegando à fazenda onde fica o Matagal que dá nome ao role, os bikers optaram por passar dentro da sede e encarar os cachorros, que desta vez não apareceram.
Wagner e Bruno
O caminho seguiu pelo vale, margeando o Paraibuna até os bikers atingirem a União Indústria, tomando a direção de Juiz de Fora.
Para fechar o percurso, finalizaram o role subindo pela Graminha, completando 31km no centro da cidade com média de 15,4 km/h.
Fat Biker XC - 2.10.09 [+]
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Segunda-feira, Setembro 21, 2009
Riacho Seco / Mini Triquedas / Remonta 07/09/2009
Sem perrengue
O feriado da Independência foi marcado por um rolé digno do feriado. Apesar da forte chuva que caiu na madrugada, que acabou servindo para abaixar a poeira, os bikers Rodrigo e Wagner pedalaram mais uma vez pelas trilhas e estradões da região. O rolé foi conduzido pelo Rodrigo, que se mostrou um exímio conhecedor dos arredores de Juiz de Fora.
Saindo pelo Linhares, os bikers seguiram pelo estradão que leva a Chácara até pouco depois do Vale dos Peões, onde deixaram o caminho principal pela esquerda após a primeira descida mais forte.
É certo que mais alguns milímetros de chuva e alguns trechos teriam ficado intransitáveis. A primeira prova disso foi a forte subida que leva ao Riacho Seco, que estava bem escorregadia em alguns trechos. Se a bike parasse, seria difícil conseguir voltar a pedalar.
Após a subida, o primeiro objetivo: o Riacho Seco, que tem este nome por ser um leito de um rio que foi assoreado por uma saibreira, onde já não corre mais água alguma.
Rodrigo e Wagner
Seguindo mais um pouco, após alguns trechos de descida em estradão mata adentro, os bikers chegaram a Filgueiras, de onde partiram pela estrada que liga a Chácara, na qual permaneceram por cerca de 1 km, entrando em novo estradão à esquerda.
O caminho tomado leva à Triquedas, já em Coronel Pacheco, porém como o tempo estava contado, o percurso não chegaria propriamente à centenária fazenda e sim retornaria por um atalho que leva ao leito da antiga Estrada de Ferro da Leopoldina, que por sua vez conduz até Filgueiras novamente.
Wagner
Ao longo do estradão, algumas variações de single track que deram um ar mais técnico ao percurso. Atravessando o pasto para atingir a estrada da antiga ferrovia, os bikers foram premiados com vários carrapatos, em quantidade impensável para o dia seguinte de uma tempestade. Depois da pausa obrigatória para se livrarem dos aracnídeos, os bikers pedalaram de volta a Filgueiras, onde fizeram pausa estratégica para alimentação e hidratação. Não satisfeitos, continuaram em direção a Grama, através de um estradão paralelo à estrada de Filgueiras, e emendaram o rolé na Trilha da Remonta, para fechar com chave de ouro.
Rodrigo
Deixaram o estradão ao final da Remonta, passando por uma trilha no alto do morro, paralelamente à estrada da Represa João Penido, chegando ao asfalto pelo início da trilha que leva à prainha da represa.
Mais uma pausa estratégica na guarita militar para reabastecimento de água e os bikers ficaram renovados para pedalar até o centro da cidade, onde terminaram o rolé com 60 km muito bem rodados, com média de 16,2 km/h.
Fat Biker XC - 21.9.09 [+]
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Sábado, Setembro 19, 2009
Represa de São Pedro / Porteira Vermelha / Barro Branco / Vira Zói 05/09/2009
Sem perrengue
Os pneus cravejados levantaram mais poeira na tarde do dia 5 de setembro. Jacqueline, João, Lucas e Wagner pedalaram por 26 km, sempre margeando a BR-040 ou passando em pequenos trechos da rodovia.
Jacqueline, Wagner, Lucas e João
O rolé começou no Mirante, seguindo pelo Curral e deixando a estrada pela direita, para que os bikers contornassem a Represa de São Pedro. Novo encontro com a BR-040 e os bikers seguiram no estradão, passando pela Porteira Vermelha e pelo Barro Branco.
Wagner, João, Lucas e Jacqueline
Lucas, João, Wagner e Jacqueline
Adiante, desceram o Vira Zói e terminaram o rolé subindo pelo Curral e continuando na BR-040 até chegarem novamente ao Mirante. Foi a estréia do Lucas em terras mineiras.
Wagner, Jacqueline, Lucas e João
Reza a lenda que “se passar um ferro em Minas para desamarrotar, o estado fica do tamanho do Brasil”.
Bem vindo às montanhas!
Fat Biker XC - 19.9.09 [+]
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Humaitá (noturno) 01/09/2009
Nível de perrengue: 4
Mais um rolé noturno ocorreu na terça-feira, 1° de setembro. Os bikers Bernardo, Bruno Guimarães, Filippe, Hugo e Wagner seguiram dentro da escuridão, tendo à sua frente apenas os fachos dos leds.
Hugo, Filippe, Bernardo, Wagner e Bruno
Após passarem pela Represa de São Pedro, atravessaram a BR-040 descendo pelo Rancho’s e viraram à direita em direção ao Tour de France, onde foram atacados por alguns cachorros. Após o susto, os bikers continuaram vencendo o relevo até encontrarem a forte descida que termina no início do Morro do Sabão, já próximo a Humaitá, onde mais um cachorro fez a adrenalina e o giro dos pedais subir.
Restava ainda aos atletas o penoso relevo do Sabão, com seu sobe e desce interminável. Já no topo, os bikers pararam sob um alarme falso de pneu furado, e seguiram pela Represa até o centro, onde completaram 42 km com média de 17,7 km/h.
Fat Biker XC - 19.9.09 [+]
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Segunda-feira, Setembro 14, 2009
Cimentado / Vagão 30/08/2009
Sem perrengue
Após algumas trocas de e-mails, os Barrigudos se encontraram para participar do 7° passeio da Terra Bike, no último domingo de agosto. Além de Filippe, Hugo e Wagner, Rodrigo Müller do BTT Geraes também resolveu aparecer.
O percurso escolhido pela organização não agradou muito, pois pretendiam fazer os Três Downhills, percurso que os Barrigudos já fizeram mais de uma vez à noite. Perto do Rancho’s os Barrigudos e mais um dissidente, Felipe Nascimento, resolveram alongar o rolé e fazer o Cimentado. Agora sim, a pedalada do domingo estaria completa!
Seguiram sob forte sol descendo o estradão no sentido de Humaitá e abandonaram o caminho principal pela esquerda, em direção à Fazenda da Unipac. Mais um pouco e nova saída á esquerda, já entrando em terras particulares. A partir deste ponto, várias descidas por entre os vales, matas e pastos, até chegarem ao Cimentado propriamente dito. A descida seguinte, dentro da mata, aliviou o calor e levou os bikers até a MG-353, onde tiveram que parar para reparar um pneu furado do Felipe.
Filippe, Wagner, Hugo, Felipe e Rodrigo
Algum tempo depois, mais adiante, nova parada, desta vez na bica da Santa, para encher as caramanholas e enfrentar o trecho mais complicado: a subida do Vagão.
Filippe, Rodrigo, Felipe e Hugo
Após 2,7 km de algum sofrimento pelas pedras do calçamento, o desnível foi vencido e os bikers alcançaram a BR-040 e seguiram rumo ao centro, onde completaram 60 km percorridos com média de 17,5 km/h.
Fat Biker XC - 14.9.09 [+]
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Domingo, Setembro 06, 2009
Desafio Internacional de Maratona (Congonhas, MG) 23/08/2009
Nível de perrengue: 2
Após dois meses de expectativa, finalmente chegou o dia do Desafio Internacional de Maratona, evento que compreende a Copa Internacional Sundown e a Copa Centauro de Amadores, que reuniu em Congonhas 1237 atletas.
O Barrigudos Bike Clube foi representado pelos bikers João e Wagner, que se inscreveram na categoria Dupla Sub 70 da Copa Centauro de Amadores. A equipe de apoio seria composta pela Jacqueline e pela Maíra (namorada do João), porém um imprevisto fez com que apenas a Jac desse suporte aos Barrigudos.
A largada aconteceu em uma ladeira, entre a Romaria e a Basílica dos Profetas, e foi ocorrendo em intervalos entre as categorias. O percurso para os profissionais era de 58 km e para os amadores era menor, 38 km.
O percurso definido pela organização passava por belos lugares, entre fazendas e matas, cruzando por vilarejos. O relevo era totalmente acidentado, e em certos trechos era grande a quantidade de cascalho solto.
O objetivo principal dos bikers era completar a prova dentro do tempo limite, para conquistar a medalha de participação. Muitas subidas, muitas decidas, muita poeira... O solo rico em minério de ferro, com sua cor avermelhada, liberava um pó que tingia os bikers e seu equipamento. A superação foi a característica principal da dupla, que motivando-se, trocando alimentos, se empurrando, venceu morro após morro até atingirem o ponto de apoio.
Antes passaram em vários PC’s distribuídos ao longo do caminho, postos de distribuição de água e apoio mecânico. Ao longo do caminho era comum encontrar com jeeps e motos que monitoravam a prova e poderiam dar suporte em caso de problemas. Após o ponto de apoio, o caminho enveredou por um single track que passava inicialmente em mata fechada e depois se abria em um pasto que era limite de duas propriedades. Cerca de arame farpado dos dois lados, formando um corredor de aproximadamente 2 metros de largura. Em seguida uma descida bem técnica, com terra bem fofa e pedras soltas. Adiante novo single track, até atingirem o estradão que, beirando a via férrea, levava a Congonhas novamente. Em dois pontos neste trecho as bikes passavam dentro da água, sendo que no segundo isso acontecia sob a ferrovia.
Wagner
João
João e Wagner
Pouco depois, a marcação de 1 km para o fim do percurso deu novo gás aos bikers, que finalizaram subindo a ladeira de calçamento de pedra que leva à Basílica dos Profetas. Só quem pedalou todo o percurso sabe qual a dificuldade de encarar uma ladeira destas...
Wagner
João
João, Jacqueline e Wagner
João e Wagner
Medalha conquistada, desafio vencido até o ano que vem.
Fat Biker XC - 6.9.09 [+]
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Sábado, Setembro 05, 2009
Lista das 50 melhores coisas relacionadas a bicicleta
Texto adaptado de um tópico do fórum de Cross Country do pedal.com.br
1. O click da sapatilha no pedal quando saímos de casa para rodar
2. Sobreviver a um "ataque", e não sobrar. O pelotão ataca forte, você agüenta a dor e não sobra. De repente olha para trás e vê que é o último do pelotão. A lógica é que você tivesse sobrado. Mas você sobreviveu!!!
3. Se perder. Sair para girar sozinho em "terras estranhas", se perder e conseguir achar o caminho de volta...
4. Água. O que nós damos pouco valor no dia a dia, ganha a sua real importância quando acaba antes do treino e bate o desespero. Aí vem um empréstimo salvador de uns goles da caramanhola de um companheiro
5. O pelotão. Olhares, câmbios de marcha, acelerações, adrenalina, 200 metros e uma eternidade depois foi-se a chegada. Cada um com as vitórias ou explicações para dar. O pelotão lhe força a andar mais rápido em mais dias. Ensina como você está ranqueado em relação aos outros e, mais importante, dá margem a todos os fantásticos apelidos. Aprendemos que as nossas fantásticas máquinas ficam melhores e mais divertidas em boas companhias.
6. Loja de Bicicleta. Você abre a porta e sente aquele cheiro mágico de pneus, lycra e óleo! Quadros, roupas, acessórios. Tudo meio amontoado, em uma ordem única. Revistas de ciclismo nas bancadas, fotos de grandes atletas nas paredes. Na oficina o trabalho paciente, artesanal e quase artístico nas nossas bicicletas. Em 1862, quando os irmãos Michaux converteram a sua loja de carruagens em uma loja de bicicleta, começou esta genial tradição. Durante muito tempo eles faziam as suas próprias bicicletas, numa tradição que segue até hoje em algumas lojas na Europa.
7. Batimento em repouso por volta de 50 bpm/min, ou menos...
8. Aromas. Cheiro de mato, aslfato, lama de chuva recente, pneus novos e até de um gole de Gatorade no meio do pelotão.
9. Sprintar, e conseguir fugir dos cachorros.
10. O dia em que você finalmente se convence que não fica ridículo de bermuda justa e camisa colorida. Ou ainda, com capacete na cabeça.
11. Continuar a pedalar depois que a chuva aperta, se transformando em um temporal.
12. Vencer os amigos em um sprint de treino.
13. Começar um treino com chuva e acabar no seco.
14. Papo de pelotão. Seja a conversa de botequim dos treinos leves ou as gritarias e grunhidos durante as provas.
15. Camisas de equipes. Muitas vezes de gosto duvidoso, estão acima das modas, e talvez por isso mesmo mereçam serem usadas.
16. Tecnologias que o ciclismo deu ao mundo. O pneu não maciço (câmara ou tubular), foi inventado pelo John Dunlop, para uso no triciclo do seu filho. Os rolamentos por E.A. Cowper.
17. Ver um nascer do Sol fantástico, que você não veria se a preguiça tivesse vencido e você não saísse para treinar.
18. Ensinar uma criança a andar de bicicleta ou a um amigo o que REALMENTE é andar de bicicleta.
19. Aquela cara de espanto dos não ciclistas quando você responde à pergunta de quanto já rodou, seja em um bar em um lugarejo ou no meio da estrada.
20. Pernas. É simplesmente a mais elegante "máquina" do nosso corpo. A transição de inveja para admiração toma tempo e quilometragem. Independente do status social, econômico ou mesmo intelectual, uma perna "rodada" é admirável. Se for feminina tanto melhor.
21. Subidas. Bobos mortais que somos. Como Ícaro subimos em direção ao Sol, não com asas de cera, mas com esperança e atitude. Nós nunca chegamos lá, nem mesmo perto. Apesar de que de vez em quando damos sorte e sentimos o cheiro das nuvens. É a nossa arrogância que nos faz subir montanhas? Curiosidade? Porque nos faz sentir tão bem quando chegamos no topo? Nossa fome de força e adrenalina na descida a 70 km/h? Todas as opções acima, mas com certeza nosso masoquismo interior na busca da camisa de bolas vermelhas pessoal. No coração do esporte está o sofrimento. Não apenas a tolerância, mas principalmente a negociação com a dor. E, nada exige mais capacidade de negociação com a dor do que uma subida sofrida. Não é a toa que o Rei da Montanha tem muito mais prestígio do que o Rei dos Contra Relógios! Alguém já disse que quanto mais sofremos mais mostramos quem realmente somos. Talvez haja algo de errado conosco, os ciclistas. Ou talvez algo muito certo! Seguimos com a pressão nos pedais, enxergando pontos distantes antes de vê-los com os olhos. Talvez até seja daí a lógica da camisa de bolas vermelhas dos Reis da Montanha. Pernas queimando, ácido lático acumulando, cabeça e corpo unidos em uma sobrevivência vitoriosa. Vitória que importa mesmo que ninguém tenha visto. Nós vimos. Sentimos a exaustão das últimas pedaladas. Saberemos para sempre o sabor da vitória de ter vencido o desafio contra a gravidade.
22. Bananas.
23. Abrindo a caixa de um acessório novo.
24. Cores - Laranja Merckx, Azul Bianchi, Azul Ferramentas Park, Rosa do Giro, Amarelo do Tour, o Prata "perigoso" do titânio, o Multicolorido dragão que é formado pelo pelotão e todas as matizes do esporte.
25. Velocidade. 60 km/h na chegada, 70 km/h na descida, 15 km/h nas subidas, 25 km/h no plano com um forte vento contra...Velocidade não é um número, mas uma sensação.
26. Cair de bobo, por esquecer de tirar o pé do clip. Embaraçoso e rídiculo, pode acontecer em uma parada distraída no sinal, uma freada repentina ou uma subida em que a velocidade vai caindo, caindo... De qualquer forma nos lembra que o chão está perto e certas bobeiras tem resultados inevitáveis!
27. A bicicleta do Natal, do Aniversário, ou qualquer desculpa que nos damos para comprar uma NOVA Bicicleta, mesmo que seja usada!
28. A chave em Y da Park Tools.
29. Uma subida com o Sol pelas costas. Você na roda da própria sombra
30. Depois de um treino duro ou corrida, seja no asfalto ou na lama, chegar em casa e ver no espelho a imagem que reflete a vitória pessoal, de ter no mínimo participado e completado.
31. Humildade. “Eu ainda estava me recuperando de uma fratura na clavícula quando larguei para o Tour da Normandia em 1997. A 3a. etapa foi embaixo de uma tempestade gelada que congelava os ossos. Eu não sentia mais as minhas mãos! A comida caia dos meus dedos e eu não conseguia agarrar a caramanhola. Em uma descida longa meus dentes batiam e minhas pernas começaram a inchar e ficar roxas. Alguns corredores caiam por falta de controle nas mãos e pernas. Eu insisti contra a dor insuportável, quase com hipotermia, jogando meu corpo além do seu limite. Essa corrida era a minha chance de mostrar meu talento para a equipe e ser selecionado para o Tour. Um pouco mais adiante fui vencido e, sozinho, decidi abandonar entrando no carro da equipe. Logo que eu comecei a perceber a humilhação que passaria depois, passou um outro ciclista que parecia estar sofrendo mais do que eu. Só consegui ver que ele era da Equipe Gewiss e que eu não o conhecia. Quando me viu gritou – ‘Andiamo insieme’ - vamos juntos !! Nós poderíamos nem conseguir terminar a prova, eu sabia que no carro da equipe eu estava a alguns minutos de um chá e banho quente, roupas secas e uma cama. Mas eu subi na minha bicicleta. Nós dois fomos brigando contra o vento contra e o frio. Quando estávamos perto da chegada o italiano começou a puxar por intervalos maiores e mais fortes, mostrando que não estava morto. Era justo. Ele trocou a minha humilhação de abandonar, pela de ser o último colocado. O fato é que nenhum atleta, treinador ou jornalista estranhou a situação. Respeitamos os que brigam. Terminar em último não é humilhação, mas sim uma demonstração de humildade. Todos que já participaram de corridas já passaram pela situação e sabem disso. Eu fui escolhido pela Equipe para alinhar no Tour daquele ano. Somente uma vez voltei a cruzar com o ciclista italiano desconhecido. Falamos umas bobagens e eles me disse que torceu por mim no Tour, pela televisão. Nunca mais o vi. Até hoje eu não sei o seu nome...” Kevin Livingston - Ciclista profissional (ex-Cofidis e Motorola)
32. A dupla solo, você e sua bike saindo para treinar
33. Corridas amadoras. Saímos de casa cedo nas manhãs de domingo sem ter nenhuma certeza como vamos ou mesmo SE vamos ganhar. É a nossa nobre atitude de que nem tudo tem uma explicação lógica ou talvez sabendo que é muito mais divertido do que ler o jornal e ir para a praia.
34. Durante o treino, você sente que a endorfina está chegando. Você sabe, e aceita.
35. Trilhas. Apesar dos tombos e lama, o prazer de cruzar uma trilha de terra ou mesmo barro jamais vai envelhecer.
36. Uma cerveja na sua "janela de glicogênio" , ou seja, no fim do treino!
37. Risco. O que que você estava fazendo no meio daquele sprint com 20 caras balançando no limite do controle? Ou na descida do alto à 60km/h, fugindo dos buracos e dos carros? Por que pedalar ao invés de jogar golfe? Ciclistas correm atrás do risco. Qualquer atividade que precise de um capacete já disse a que veio. Mas, quando você vence o medo, supera a você mesmo de uma forma única, como se fosse elevado a uma outra dimensão que você não alcança na maior parte dos dias. Esse ciclo vicia e pode até matar se você passar a ignorar o "frio da barriga". Conviver com o risco e superá-lo, é genial !!!
38. O sabor horrível de caramanhola que adoramos na água quente em dias de calor infernal.
39. O pingo de suor que às vezes encontra um caminho pra ir nos olhos, ou caindo bem no meio da lente do óculos.
40. Muitos ainda não entendem tudo isso, mas com algum tempo de pedal entenderão com certeza!!!
41. A sensação de voltar a pedalar depois de cair, se machucar e ficar 2 ou 3 meses longe da bike. Só quem passou por isso sabe o que é voltar a pedalar.
42. O barulho do câmbio quando trocamos de marcha, principalmente quando cai a mais pesada de todas antes de uma descida forte. Parece que você está ligando o turbo!!
43. O som dos pneus numa estrada de terra, que coisa boa!
44. Ter mais de 40 anos, mais de 20 de ciclismo e ainda parecer um garoto todos os dias quando sai para treinar parecendo que é a primeira vez
45. A adrenalina de andar no vácuo do outro... Andar tão próximo e não se tocar não é para qualquer um.
46. Chegar de uma trilha de 60 km com a bike só no osso de tanta poeira e encostá-la em qualquer lugar, não querendo olhar para ela tão cedo. Aí no dia seguinte, acordar louco para ela estar com o pneu furado só para fazer o conserto e "alisar" a magrela. Depois dar aquela lavada geral e lubrificar todinha e meter na trilha novamente. Coisa meio maluca, mas apaixonante.
47. Depois de uma grande subida, ter uma boa vista do lugar... Olhar para baixo e pensar “é agora, vou descer a mil...” esperar todos chegarem e parar em uma bica d'água...
48. Passar na linha de chegada em uma competição, ver quem realmente gosta de você comemorando sua chegada, mesmo que você seja o último. Não tem preço.
49. Ver o seu reflexo na traseira de um carro, seja no meio de uma avenida movimentada ou no meio de uma rodovia.
50. Chegar em casa cortado pelo capim, arranhado por galhos, picado por carrapatos... e estar feliz por tudo isso.
Se Maomé não vai à montanha, ele não sabe o que está perdendo!
Fat Biker XC - 5.9.09 [+]
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Barro Branco / Porteira Vermelha noturno 20/08/2009
Sem perrengue
O tempo colaborou finalmente para mais um role noturno no dia 20 de agosto. Compareceram Filippe e Wagner, para fazer o já manjado rolé do Barro Branco e Porteira Vermelha. Como era antevéspera do Desafio Internacional de Maratona, o rolé foi mais no giro, já que o Wagner participaria juntamente com o João desta competição, na categoria Dupla /Tandem Sub 70. Ainda para poupar o equipamento, a bike usada foi a Caloi da Jacqueline, já que a ProShock havia passado na véspera por minucioso processo de limpeza e regulagem, também conhecido como Noite do Querosene.
Filippe e Wagner
Os bikers saíram do centro e subiram o Cascatinha, passando pelo estradão da Suprema. Após a BR-040 seguiram pelo Barro Branco esperando o ataque dos cachorros do último role de lua cheia, que estavam naquela vez próximos à curva da subida após a parte de areia, mas desta vez não houve qualquer inconveniente.
Seguiram em direção à Porteira Vermelha e retornaram pelo Expominas, totalizando 34 km no centro, com média de 18,8 km/h
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